sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Aulas sobre sustentabilidade na Guardinha

Novidades boas!

O MEC (Ministério da Educação e Cultura) baixou uma nova portaria que obriga as instituições de ensino a abrangerem o tema Sustentabilidade em suas grades curriculares na formação de seus profissionais. A boa noticia é que fui convidado pelo nosso Coordenador de Ensino (Toninho) a ministrar aulas sobre o tema. Tenho bastante conhecimento sobre o assunto e fico muito feliz em poder dividir com vocês este meu conhecimento, por isto pessoal “I’m very happy” em assumir este desafio, estou trabalhando em montar uma grade curricular bem bacana e atraente para os alunos.

Infelizmente vou ter que abrir mão do 3º Semestre, com aulas de Administração de Materiais, vou ficar apenas com as aulas de Gestão de Produção e Sustentabilidade. Infelizmente não tenho muito tempo para me dedicar a tantas aulas... Mas em breve nos encontraremos no 4º Semestre.

Assumo o novo desafio com o pessoal do 1º Semestre. Então, vamos lá!

Espero que gostem da noticia!

Um abraço e com carinho,

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Dicas Para o Visto Americano

Um pouquinho antes de começar o Natal, eu estive no Consulado Americano para fazer a famosa e temida entrevista para tirar o “VISTO AMERICANO”, pessoal, colocaram tanto medo que estava cheio de receios.

Mas cabem algumas dicas, o preparativo é fundamental, levei comigo diversos documentos (Declaração de IR, Comprovante de Residência, Comprovante de Vínculo Empregatício, Holerite, Extrato do Banco de 3 meses, carta do motivo da viagem, carta daqui e de lá). Pequei pelo excesso de documentação.

Cheguei lá ás 5:20 da manhã, não tinha estacionamento aberto, mas tinha um senhor que tem uma rua que fica ao lado do consulado, e é uma rua sem saída. O senhor é bacana e achei confiável. Ele cobra R$ 10 (sem limite de tempo). E é confiável mesmo!...rs...rs.. Os outros estacionamentos cobram por hora. Mas ficam bem de frente com a portaria. Eu achei vantajoso estacionar ao lado. Mas não é estacionamento.

Bom fui para a portaria do consulado e já havia 12 pessoas na minha frente, isto já era 5:30 da manhã. Conversei com a outra companheira da fila para passar a hora. Quando olhei para trás da fila, já havia mais de 100 pessoas ás 06:30. Por isto, vale a pena chegar cedo. Acredito que das 5hrs ás 06hrs seja uma boa hora. Vale uma dica, aquele agendamento que você faz através do site, não funciona! É por ordem de chegada.

Quando foi umas 06:40 abriram os portões, a primeira coisa que você precisa ter em mão é a confirmação do agendamento que tem um código barras, caso você não o leve, o passaporte funciona também.

Depois somos recebidos por um pessoal que tem o atendimento muito ruim, inclusive muito ríspido, pois eles pegam uma lumicolor riscam todo o documento DS156 e 157 (que vc guardou com tanto carinho) e não dão muitas informações, falam: Faltam informações! e vão embora... Você fica com aquela cara (???????), olhei para o documento e fui deduzindo o que ela riscou. Bom o vuko, vuko é rápido.... Assim que riscam o seu documento, você passa por um detector de metais e seu material é scaneado em um Raio X. Outra dica, não leve contigo celular, máquinas digitais, pager, outras coisa, que não pode entrar. No meu caso, eu não pude entrar com a chave do meu carro, mas tem um esquema legal na portaria que é uma caixa com porta coisas, você pega uma senha e deixa o seu objeto, é igual ao supermercado. O pessoal da portaria toma conta, e não paga nada.

Bom de posse dos documentos, tive uma surpresa, não tinha caneta para preencher os risca, risca da lumicolor...rs..rs.. Tive que correr atrás de uma caneta, pois meus pertences haviam ficado na portaria...rs..rs.. Achei uma mulher muito solidária que me emprestou uma caneta para preencher o DS 156/157. Por isto, outra dica, leve uma caneta no bolso. Caso falte algo no seu documento é só preencher.

No consulado não tem caneta.No consulado é tudo muito bem ilustrado, com faixas orientativas e muito organizado. Você acompanha está faixa e logo dá de encontro com uma recepcionista que dá uma olhada nos documentos e pergunta o motivo da viagem. Você pega uma senha e aguarda o atendimento de uma outra pessoa, que verifica todos os documentos necessários e os comprovantes de pagamento das taxas. O passaporte e os formulários ficam com esta pessoa.

Em seguida você tem que aguardar a sua chamada através da senha, tudo tranqüilo e você aguarda sentado, eles vão scanear as suas digitais, tem várias placas explicativas de como proceder neste momento.

Scaneado as digitais é só aguardar para a famosa entrevista, no meu caso fui o 10º chamado. Tem várias cabines de entrevista. O entrevistador tinha um sotaque muito forte e não conseguia entender. Pedi para que ele falasse em Inglês comigo. Ai sim entendi...rs..rs.. As perguntas foram simples, qual o motivo da sua viagem? Qual a empresa que você trabalha? Qual a sua renda? Quanto tempo você trabalha nesta empresa? Perguntei se ele gostaria de ver os meus comprovantes, ele disse que não havia necessidade. Ele me pediu que passasse no banco e pagasse a taxa de visto de negócios. Ao lado destas cabines tem uma caixa do citibank que recebe as taxas, no meu caso, visto de negócios (U$S 60,00).

Paguei e voltei ao entrevistador, ele me entregou um ticket para entregar na postagem, você segue outra faixa e vai até a portaria novamente. Você pega seus pertences e passa pela agencia dos correios logo na entrada do consulado. Você paga a taxa, no meu caso R$ 20,50 (Interior) e é encaminhado o passaporte para o endereço de sua preferência. Atenção você mesmo preenche os dados. Vai precisar novamente da caneta...rs..rs...

Enfim, todo o processo finalizou as 08:05.

Tudo muito tranquilo e muito educado. Tirando a menina do lumicolor...rs..rs...No local é disponibilizado banheiros e lanchonetes para maior comodidade. Tem um caixa eletrônico do 24 horas. A maior dica que possa dar é que cheguem cedo. Acredito que muitas pessoas saíram tarde de lá.

Um abraço,

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Final de Semestre

Pessoal, tenho que pedir desculpas. No ultimo dia 11 de Dezembro, tive um problema e não pude estar presente na aula com a Turma do 3º Semestre. Por isto, informo que os campeões da rodada 2009, serão premiados no inicio das aulas no 4º Semestre. Assim, já entramos o ano de 2010 com o “pé direito”. A grade das aulas não foram montadas, mas o inicio das aulas será no dia 18 de Janeiro.

A turma do 4º Ano, eu fui à confraternização para entregar os prêmios, mas acontece que as 10:30, já tinha ido quase todo mundo embora...rs..rs... Ai é difícil! Os prêmios das empresas nós vamos fazer na formatura, antes da abertura as 19:20, seremos apenas nós! Já estou com resultados... E foi hiper apertado o resultado...rs..rs..

Pessoal, conforme disse pessoalmente, estou muito orgulhoso de todo o nosso trabalho em 2009, pessoas vem, pessoas vão! Vou sentir saudades da turma do 4º Semestre.
Que Deus ilumine o caminho de vocês, sejam profissionais éticos, conscientes e responsáveis. Lembrem-se: Pensem grande, comecem pequenos, mas cresçam rápido!

Um abraço carinhoso, e wacháchá!

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Fórum SESI / CIESP de Sustentabilidade


Saudações!

Acontece no dia 03 de Dezembro o “Fórum SESI/CIESP de Sustentabilidade”

Neste fórum serão discutidos dois importantes temas para a gestão sustentável: Programa de Apoio ao Incentivo Fiscal e Produção Mais Limpa e Processos Industriais.

As apresentações pelas empresas locais e os debates entre palestrantes e público terão como objetivo gerar idéias, propostas e solução que agreguem valor à sustentabilidade dos negócios.

Anote ai:

03 de Dezembro de 2009, das 8h30 às 12h30.
Local Teatro Sesi – Armando Pannunzio
Rua Gustavo Teixeira, s/n – Bairro Mangal – Sorocaba

Inscrições e informações pelo site:
http://www.sesisp.org.br/sustentabilidade/

Fica esperto, as inscrições são gratuitas e acabam rapidinho.

Vou estar palestrando lá também, por isto, será uma honra receber vocês lá!

Um abraço,

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Estrutura de Materiais ou Bill Of Material (BOM)


Importância da BOM


O BOM (Bill Of Material), ou estrutura de produto é uma das informações fundamentais da manufatura, pois nela registram-se as informações de produtos utilizadas por todos os setores e processos envolvidos com a manufatura do produto.


Seu domínio é essencial para o sucesso da implantação de sistemas integrados. Apesar do desempenho desses sistemas estar vinculado à qualidade das informações que eles manipulam, a maioria das empresas não garante que suas informações fundamentais sejam completas e precisas. As informações fundamentais muitas vezes não são estruturadas e gerenciadas de acordo com o tipo de negócio e produto.


A falta de qualidade das informações fundamentais tem sido resumida por meio da expressão “garbage in, garbage out”, ou seja, se os processos da empresa estão manipulando informações sem qualidade, consequentemente os resultados alcançados por esses processos também estarão comprometidos.

O BOM é também um elemento que gera integração uma vez que suas informações são compartilhadas por quase todos os departamentos da empresa. Logo, a forma como é gerenciada, controlada e estruturada pode diretamente influenciar o sucesso da empresa. Uma empresa almeja ser de classe mundial deve possuir BOMs sólidas, representando os processos e produtos, em sintonia com as estratégias do negócio.

É importante destacar ainda a importância da BOM como sendo o ponto mais comum para interface ou integração entre os sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) e PDM (Product Data Management) e entre os sistemas ERP e CAD (Computer Aided Design) possibilitando assim o fluxo e a consistência das informações.
Apesar da sua importância, GARWOOD (1995) afirma que a BOM tem sido o “calcanhar de Aquiles” da maioria das empresas de manufatura, as quais sempre esbarram nas seguintes questões: o meu produto tem diversos opcionais e alternativas, como conviver com o grande número de estruturas de produto necessárias?


Como a estrutura de produto pode refletir diferentes estratégias de estoque? Como conviver com mais de uma estrutura de produto? Quem é o “dono” da estrutura de produto? Como simplificar a estrutura de produto? Como aumentar a precisão das informações?

Definição
Segundo definiu a AMERICAN PRODUCTION AND INVENTORY CONTROL SOCIETY (APICS), em 1992, a estrutura de produto (BOM - bill of material) é uma lista de todas as submontagens, componentes intermediários, matérias-primas e itens comprados que são utilizados na fabricação e/ou montagem de um produto, mostrando as relações de precedência e quantidade de cada item necessário.

CLEMENT et al. (1992) acrescentam que, além desses objetos, a BOM também pode conter outros, tais como, instruções de trabalho ou ferramentas requeridas para suportar o processo de manufatura. Através da BOM é estabelecida uma relação pai/filho entre um item e seus componentes diretos.

Tipos de BOM e seus elementos

BOM simples / padrão (flattened / standard BOM)

A BOM mais simples possível é a de dois níveis, um com as matérias-primas e itens comprados, e outro com o produto final. A única razão para a criação de mais níveis são as necessidades do planejamento e controle da produção (PCP), como por exemplo a criação de submontagens ou itens intermediários que precisam ser estocados (GARWOOD, 1995). Uma BOM de vários níveis é a estrutura mais conhecida, também, chamada de BOM padrão.

Item fantasma e pseudo item e (phantoms and pseudo items)
Itens fantasmas são aqueles produzidos no processo de manufatura, possuindo “pais” definidos, porém não são tipicamente estocados. Apesar de existirem fisicamente, são rapidamente consumidos como componentes do item de nível imediatamente superior na BOM.
Um pseudo item é um coleção artificial de componentes que são agrupados para propósitos de planejamento. Ao contrário dos itens fantasmas, entretanto, os componentes do pseudo item não podem ser manufaturados juntos para produzir um item pai que exista fisicamente. Por essa razão os pseudo itens nunca possuem inventário.

BOM Molular e de Planejamento (modular and planning BOM)
A modularidade é a capacidade de se construir um produto ou processo complexo a partir de subsistemas menores (chamados módulos), os quais podem ser projetados independentemente e ainda assim funcionar juntos como um todo.

Se um produto possui muitas opções de escolha de itens, o número de combinações possíveis torna-se muito grande, dificultando a previsão de vendas e o planejamento mestre de produção de cada item final. Além disso, se for mantida uma BOM para cada configuração diferente do produto, o espaço requerido pode ser muito grande, envolvendo altos custos de armazenagem e manutenção.

A solução para este problema é a utilização da BOM modular. Ao invés de se manter uma BOM para cada produto final possível dentro de uma família, são identificadas as opções para cada um dos seus componentes, as quais são organizadas em módulos. Essa análise deve ocorrer no nível de menor variação na configuração, reduzindo assim o número de itens manipulados na previsão de vendas e no planejamento mestre de produção.


O BOM utilizada neste caso é considerada a BOM de planejamento, onde definem-se porcentagens de cada

item de menor variação de configuração.

Outra razão para utilizar a BOM modular acontece nos casos em que o lead time de manufatura é maior do que o lead time de entrega aceito pelo consumidor. Nesses casos, a modularização pode suportar a implantação da estratégia de estoque assemble-to-order, reduzindo o tempo entre a entrada do pedido do cliente e a entrega. A previsão de vendas é feita no nível dos módulos, os quais são fabricados e estocados. Quando ocorre um pedido do cliente, a configuração desejada é produzida utilizando-se os módulos previamente preparados.

BOM genérica (generic BOM)
A estrutura de produto genérica é uma aplicação do conceito de BOM modular para as atividades de vendas técnicas e controle de configurações, assim como a BOM de planejamento é uma aplicação para previsão de vendas e planejamento mestre da produção.

Aplicações para a configuração de produtos são uma extensão natural do conceito de BOM modular. Ao invés de módulos predefinidos, com os usados na BOM modular, o configurador pode utilizar algoritmos, regras e condicionais para selecionar e calcular os componentes de um produto e seus requisitos de manufatura.
Segundo VAN VEEN & WORTMANN (1987), assim como uma BOM específica descreve exatamente um produto, a BOM genérica descreve uma variedade de produtos (conceito de BOM modular). A BOM genérica não pode ser utilizada diretamente para propósitos de planejamento e manufatura. Ela é apenas um frame para a criação de BOMs específicas no momento necessário, geralmente durante a entrada do pedido do cliente.
BOM de manufatura (Manufacturing BOM)

BOM de manufatura representa a integração lógica da estrutura de produto e do plano de processo. A seqüência de operações é especificada e a cada operação são associados os itens necessários da BOM. A BOM de manufatura é usada como um guia para fabricação e montagem de um produto, sendo que seus níveis refletem o fluxo de produção e pontos de estoque.

Estrutura de Produto para Informação (Information Bill of Material)

As estruturas de produto para informação são relatórios padrões gerados pelos sistemas de informação para suportar análises diversas sobre a BOM e seus itens. Segundo GUESS (1985) e SCHLUSSEL (1995), os principais formatos de BOM para informação são:
Estrutura de produto “indentada” (indented bill of material): é uma representação alternativa à estrutura gráfica, sendo mais fácil de ser gerada pelos sistemas computacionais. Os níveis mais altos da BOM são colocados na extrema esquerda da margem e seus componentes são colocados sucessivamente para a direita à medida que se vai descendo ao longo dos níveis. Se um componente é utilizado em dois ou mais itens, ele aparecerá abaixo de cada um de seus itens pais.

Estrutura de produto de onde é usado (where-used bill of material): pode ser no formato de nível simples ou multinível. No primeiro tipo são mostrados todos os itens pai nos quais o componente é usado diretamente. No segundo tipo são mostrados todos os itens pai nos quais o componente é usado direta ou indiretamente, isto é, até o produto final, através de uma técnica chamada implosão

Estrutura de produto custeada (costed bill of material): é uma extensão do formato “indentado” no qual o custo de cada item é mostrado numa coluna à direita da descrição.
Estrutura de produto matriz (matrix bill of material): é um gráfico utilizado para identificar os componentes comuns dentro de uma família de produtos ou famílias similares.

Estrutura de produto resumida (summarized bill of material): uma forma de BOM de um nível na qual são listados todos os componentes necessários para a produção do item com suas quantidades. Difere do BOM “indentada” porque não são mostrados os níveis de montagem e os componentes aparecem apenas uma vez com a quantidade total necessária.

Variações da BOM e BOM única
Como os diferentes usuários da BOM possuem diferentes necessidades, tornou-se uma prática comum que cada um deles estrutura-se a sua própria BOM de acordo com essas necessidades individuais.

Os exemplos mais comuns de BOM departamental são a BOM criada pela engenharia (E_BOM - Engineering Bill of Material), e a BOM utilizada pelo PCP e pela manufatura (P_BOM - Production Bill of Material ou M_BOM - Manufacturing Bill of Material). A E_BOM, também chamada estrutura de desenho, representa os sistemas funcionais do produto. Já a P_BOM é elaborada a partir da E_BOM, e reflete a transformação da matéria prima e a montagem dos subconjuntos através do processo produtivo.

Essa abordagem implica, entretanto, na redundância de informações, e consequentemente no risco de inconsistência, bem como no aumento do esforço e do tempo de resposta das manutenções (GARWOOD, 1995).

Devido aos problemas apresentados, diversos autores, como CLEMENT et al. (1992), GARWOOD (1995) e WASSWEILER (1996), consideram que toda empresa deve perseguir o objetivo de ter uma estrutura de produto única que forneça múltiplas visões para suportar as necessidades de todos os usuários. Objetivo esse que é totalmente compatível com o estágio atual de desenvolvimento da tecnologia de informação. GARWOOD (1995) observa que apesar do PCP ser o maior usuário da BOM e o que exige maior precisão das suas informações, ele não é o seu “dono”. Segundo WASSWEILER (1996), nesse novo cenário a BOM passa a ser responsabilidade de todos os seus usuários.


quinta-feira, 29 de outubro de 2009


Saudações alunos e amigos!

Esta semana tive que faltar nas minhas aulas, perai que já estou me justificando, o motivo é que fui participar de um Processo de Seleção do IGE (Intercambio de Grupos de Estudos) conhecido mundialmente como GSE - Group Study Exchange.


Para quem não sabe o IGE é um programa de intercâmbio cultural entre países, patrocinado pela Fundação Rotária do Rotary International. Podem participar profissionais, para conhecer as técnicas e metodologias ligadas à sua profissão, assim como a cultura e o dia a dia de povos de outros países.

Durante um período que pode variar entre quatro e seis semanas, um seleto grupo formado por 4 profissionais são colocados em contato com profissionais, empresas, órgãos governamentais e outras entidades do país visitado, enriquecendo e ampliando a visão pessoal e profissional de cada um dos participantes do programa.

A organização da viagem é feita pelos distritos envolvidos e as despesas com o transporte internacional são pagas pela Fundação Rotária do Rotary International.

Para quem quiser saber mais, olha o link:

Este ano, o IGE foi um pouco mais criterioso, os candidatos deveriam ter idade entre 25 e 40 anos, inglês fluente, residir e trabalhar na região e ser profissional estável com, no mínimo, dois anos de experiência na área de Educação Ambiental voltada para a sustentabilidade. Essa exigência foi necessária porque este IGE é vocacional e tem como tema ‘Conscientização Ambiental e Sustentabilidade’. O local visitado deste ano será o Estado de Montana, nos Estados Unidos.

Bom todo processo já passou, sendo escolhidos:

Alexandre Hirayama - Rotary Club de Salto
Helton Lameirão Roncolatto - Rotary Club de Sumaré - Villa Flora
Marcel Secomandi - Rotary Club de Americana-Integração
Sueli Luzia Oliani - Rotary Club de Americana

Suplentes:

1º Suplente: Danilo José Libardi - Rotary Club de Piracicaba - Povoador
2º Suplente: Priscila Graziela Motta Mantelatto - Rotary Club de Piracicaba – Cidade Alta

Vocês perceberam meu nome ali?

Pois é gente, estou dentro! Tenho que dizer que estou muito feliz, pois os candidatos estavam todos em altíssimo nível (profissional e pessoal). E qualquer um que fosse escolhido, o Brasil certamente seria bem representado.
Agora umas das coisas que mais odeio escutar, e escutei, é aquela pessoa dizendo: Nossa! Quanto sorte você tem né? Sorte não teve... Mas competência! Competência gente! Me matei de tanto estudar pra chegar onde cheguei. O mais importante é que não prejudiquei ninguém para estar onde estou, muito pelo contrário, estou onde estou, porque ajudei e continuo a ajudar muitas pessoas. É por isto consegui esta bolsa de estudo.

Quero dizer-lhes que ninguém consegue nada sozinho, Deus coloca em nossas vidas pessoas que são como anjos e certamente lembraremos de seus feitos com muito carinho e reconhecimento, por isto, quero agradecer algumas pessoas que ajudaram nesta conquista.

Marci – Minha patroa, namorada, companheira que sempre apóia minhas iniciativas;

Sheila – Minha irmã, sempre minha incentivadora;

Professora Ana Amélia – Minha madrinha com relação ao programa que passei. Meu sincero obrigado, você colocou fé em mim desde de que você soube do programa;

Professor Baby – Meu padrinho, você é o cara! Sem palavras para expressar quem é este cara.

My English Teacher: André – Por me aturar, e me ajudar nas ultimas semanas;

Presidente Rotary Salto – Sr. Irineu – O meu orientador, nem o conhecia, e me ajudou muito! Certamente nos tornaremos amigos.

Aos membros do Rotary Club Salto que desde do inicio me acolheu e depositaram suas confianças para representar o seu clube.

E a todos que ajudaram e me apoiaram. Obrigado a todos!

A má noticia é que infelizmente terei que me ausentar durante um semestre para me dedicar a preparação da minha ida ao EUA. Espero que o Toninho (meu hiper patrão) me aceite de volta. Pois eu amo dar aulas! Isto me completa... Não quero nem pensar.

Um abraço e wacháchá!

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Reportagem sobre a IESA

Saudações alunos!

Galera, é o seguinte, o professor aqui, através da empresa da qual trabalha JCB do Brasil ( http://www.jcb.com/
), coordena um programa de Sustentabilidade chamado JCB Green. São várias iniciativas de responsabilidade social, econômica e de meio ambiente... E o programa se desdobra com programas de destino correto de resíduos industriais, consumo consciente de água e energia, horta, treinamentos e muitas outras coisas. Um dos projetos mais expressivos mantido pelo nosso grupo e um programa de reciclagem de óleo de cozinha para transformar em sabão, chamado IESA (Instituto de Educação Sócio Ambiental). O projeto mantém 12 funcionários, e ajuda diretamente 150 crianças na creche, que são filhos de catadores de material reciclável. As crianças na creche recebem uniforme, comida,educação e principalmente dignidade. O projeto é lindo! O Programa Revista de Sábado da Rede Globo fez uma pequena reportagem, e gostaria de pedir que vocês assistissem e vissem o projeto.

Se possivel, deixe seu comentário, vamos fomentar a idéia!

Um abraço e wacháchá!